Publicada em 02/11/2010 às 12h02m
Isabel Braga - O Globo; Reuters
BRASÍLIA - A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), está reunida desde o final da manhã desta terça-feira, feriado de Finados, em sua casa em Brasília com integrantes da sua equipe de transição, como o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra. Eles não falaram com a imprensa ao chegar ao local. ( Leia também: Jornais ingleses demonstram preocupação com governo Dilma )
Segundo assessoria de imprensa de Dilma, eles terão mais uma reunião para desenhar a agenda de transição do governo antes de a presidente eleita tirar alguns dias de folga. ( Lula não quer Palocci no Planalto e nem na equipe econômica; Mantega e Gabrielli têm nome certo no governo Dilma )
A petista viaja na quarta-feira e descansa até domingo. É possível que Dilma passe o período em Porto Alegre, ao lado da filha Paula e do neto Gabriel, mas o destino não foi confirmado pela assessoria. Ela mesma chegou a dizer na segunda-feira que seu destino é "segredo de Estado".
( Veja o especial sobre a Era Lula )
( Confira o especial sobre a trajetória de Dilma Rousseff )
( Qual deve ser a prioridade do governo Dilma? Vote )
( O que você gostaria de dizer para a próxima presidente? Mande sua mensagem )
( As promessas de Dilma )
Ainda nesta terça-feira, Dilma concede entrevistas para as emissoras Band e SBT. Na segunda, ela deu entrevistas à Record, Globo e RedeTV! . Dilma optou por essas mídias e não concedeu ainda uma entrevista coletiva a toda a imprensa.
Depois, a presidente eleita irá acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Seul , na Coreia do Sul, para reunião do G-20, onde ele vai apresentá-la à comunidade internacional. A reunião será entre 11 e 12 de novembro.
Leia mais:Palocci deverá ser coordenador da equipe de transição de Dilma
Equipe de transição já discute câmbio no governo Dilma
Escolha de Dilma para o BC será estratégica e sinalizará política cambial
Dilma já começa a montar sua equipe: nos bastidores, nomes como Paulo Bernardo, Palocci, Cardozo e Pimentel
terça-feira, 2 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Países árabes pedem que EUA investiguem denúncias feitas por Wikileaks
Plantão | Publicada em 25/10/2010 às 10h49m
BBC
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Wikileaks sugere que EUA ignoram denúncias de abusos no Iraque
O Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, grupo que inclui seis países árabes, pediu aos Estados Unidos que investiguem detalhes de supostos abusos que teriam sido cometidos contra os direitos humanos no Iraque veiculados no site especializado em vazamento de informações Wikileaks.
Os documentos do site sugerem que as Forças Armadas americanas ignoraram casos de tortura praticada pelas tropas iraquianas, além de se omitir de "centenas" de mortos de civis em postos de controle.
Em um comunicado, o secretário-geral do grupo, Abdulrahman al-Attiyah, disse que os EUA são responsáveis pelas supostas torturas e assassinatos.
O conselho é formado pela Arábia Saudita, Kuwait, Oman, Catar, Bahrein e Emirados Árabes.
O Pentágono disse que não tem intenção de reinvestigar os abusos.
O material divulgado pelo Wikileaks - considerado o maior vazamento de documentos secretos da história - comprova que os Estados Unidos mantiveram registros de mortes de civis, embora já tenham negado esta prática.
Ao todo, foram divulgados registros de 109 mil mortes, das quais 66.081 teriam sido civis.
No fim de semana, o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, acusou o site de tentar sabotar suas chances de reeleição e criticou o que chamou de "interesses políticos por trás da campanha midiática que tenta usar os documentos contra líderes nacionais".
Maliki, representante da etnia xiita, tenta se manter no poder depois das eleições parlamentares ocorridas em março, no qual nenhum partido obteve maioria. As negociações entre as diversas facções para formar uma coalizão prosseguem.
Seus oponentes sunitas dizem que os papeis divulgados pelo Wikileaks destacam a necessidade de estabelecer um governo de coalizão, em vez de concentrar todo o poder nas mãos de al-Maliki.
Tortura
Muitos dos 391.831 relatórios Sigact (abreviação de significant actions, ou ações significativas, em inglês) do Exército americano aparentemente descrevem episódios de tortura de presos iraquianos por autoridades do Iraque.
Em alguns deles, teriam sido usados choques elétricos e furadeiras. Também há relatos de execuções sumárias.
Os documentos indicam que autoridades americanas sabiam que estas práticas vinham acontecendo, mas preferiram não investigar os casos.
O porta-voz do Pentágono Geoff Morrell disse à BBC que, caso abusos de tropas iraquianas fossem testemunhados ou relatados aos americanos, os militares eram instruídos a informar seus comandantes.
Plantão | Publicada em 25/10/2010 às 10h49m
BBC
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Wikileaks sugere que EUA ignoram denúncias de abusos no Iraque
O Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, grupo que inclui seis países árabes, pediu aos Estados Unidos que investiguem detalhes de supostos abusos que teriam sido cometidos contra os direitos humanos no Iraque veiculados no site especializado em vazamento de informações Wikileaks.
Os documentos do site sugerem que as Forças Armadas americanas ignoraram casos de tortura praticada pelas tropas iraquianas, além de se omitir de "centenas" de mortos de civis em postos de controle.
Em um comunicado, o secretário-geral do grupo, Abdulrahman al-Attiyah, disse que os EUA são responsáveis pelas supostas torturas e assassinatos.
O conselho é formado pela Arábia Saudita, Kuwait, Oman, Catar, Bahrein e Emirados Árabes.
O Pentágono disse que não tem intenção de reinvestigar os abusos.
O material divulgado pelo Wikileaks - considerado o maior vazamento de documentos secretos da história - comprova que os Estados Unidos mantiveram registros de mortes de civis, embora já tenham negado esta prática.
Ao todo, foram divulgados registros de 109 mil mortes, das quais 66.081 teriam sido civis.
No fim de semana, o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, acusou o site de tentar sabotar suas chances de reeleição e criticou o que chamou de "interesses políticos por trás da campanha midiática que tenta usar os documentos contra líderes nacionais".
Maliki, representante da etnia xiita, tenta se manter no poder depois das eleições parlamentares ocorridas em março, no qual nenhum partido obteve maioria. As negociações entre as diversas facções para formar uma coalizão prosseguem.
Seus oponentes sunitas dizem que os papeis divulgados pelo Wikileaks destacam a necessidade de estabelecer um governo de coalizão, em vez de concentrar todo o poder nas mãos de al-Maliki.
Tortura
Muitos dos 391.831 relatórios Sigact (abreviação de significant actions, ou ações significativas, em inglês) do Exército americano aparentemente descrevem episódios de tortura de presos iraquianos por autoridades do Iraque.
Em alguns deles, teriam sido usados choques elétricos e furadeiras. Também há relatos de execuções sumárias.
Os documentos indicam que autoridades americanas sabiam que estas práticas vinham acontecendo, mas preferiram não investigar os casos.
O porta-voz do Pentágono Geoff Morrell disse à BBC que, caso abusos de tropas iraquianas fossem testemunhados ou relatados aos americanos, os militares eram instruídos a informar seus comandantes.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Edson Paim Notícias e Google News no Painel de Blogs
Em cada um dos Blogs que integram o Painel do Paim, o maior aglomerado de Blogs do Planeta, uma parceria com o Google, você encontrará o LINK de Edson Paim Notícias (http://www.edsonpaim.com.br/)
Este LINK está situado ao lado direito da página, logo abaixo do LINK do Google.
Clicando nestes dois LINKS, você poderá ler, a qualquer hora, as Notícias do dia, do Brasil e do Mundo, independentemente da data da última postagem deste Blog.
CONFIRA!
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sábado, 28 de novembro de 2009
Banco Mundial concede crédito de USD 30 milhões para agricultura em Angola
Luanda - O Banco Mundial (BM) vai conceder à Republica de Angola um crédito na ordem de trinta milhões de dólares norte-americanos, para apoiar os produtores agrícolas nas província do Bié, Huambo e Malanje e o acordo do financiamento foi hoje (quinta-feira) formalizado, em Luanda, entre a instituição financeira e o Ministério do Planeamento.
O financiamento, a implementar a médio prazo, vai beneficiar pelo menos 120 mil famílias e visa apoiar, essencialmente, os pequenos produtores rurais para fomentar a actividade agrícola, aumentar o rendimento familiar e reduzir os índices de pobreza das comunidades.
De acordo com os responsáveis do BM, o crédito contempla a assistência técnica aos camponeses, a implementação de programas de extensão rural e vai permitir o aperfeiçoamento de técnicas de lavoura dos agricultores.
O financiamento, a implementar a médio prazo, vai beneficiar pelo menos 120 mil famílias e visa apoiar, essencialmente, os pequenos produtores rurais para fomentar a actividade agrícola, aumentar o rendimento familiar e reduzir os índices de pobreza das comunidades.
De acordo com os responsáveis do BM, o crédito contempla a assistência técnica aos camponeses, a implementação de programas de extensão rural e vai permitir o aperfeiçoamento de técnicas de lavoura dos agricultores.
terça-feira, 28 de abril de 2009
BB anuncia linha de crédito com juro a partir de 1,99% para geladeira, fogão e máquina de lavar
Da Agência Brasil
O Banco do Brasil (BBAS3) vai lançar, nesta sexta-feira (1º), Dia do Trabalho, uma linha de financiamento para produtos que tiveram redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - geladeiras, fogões e máquinas de lavar -, anunciou hoje (28) o presidente da instituição, Aldemir Bendine.
A taxa de juros será a partir de 1,99% ao mês, e o prazo de pagamento vai até 60 meses. A primeira parcela pode ser paga em até 180 dias, mas nesse casos os juros serão maiores.
Queda no spread do BB começa após reunião do Copom
Siderúrgicas chinesas e mineradoras acertam corte no minério
Lucro da Net mais que dobra no trimestre
Mais notícias de hoje em UOL Economia
MAIS ECONOMIA
A taxa de 1,99% é a menor já oferecida pelo banco para o financiamento direcionado. Antes, a menor era de 2,66%. De acordo com Bendine, 18 grandes varejistas já fecharam contrato com o BB para oferecer esse financiamento.
Segundo o presidente do BB, a idéia de lançar esse nova linha surgiu porque deve haver uma procura maior por esses produtos, por causa da decisão do governo de reduzir o IPI. "A gente estava percebendo que havia uma demanda porque havia uma reprimida."
* do UOL Economia
O Banco do Brasil (BBAS3) vai lançar, nesta sexta-feira (1º), Dia do Trabalho, uma linha de financiamento para produtos que tiveram redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - geladeiras, fogões e máquinas de lavar -, anunciou hoje (28) o presidente da instituição, Aldemir Bendine.
A taxa de juros será a partir de 1,99% ao mês, e o prazo de pagamento vai até 60 meses. A primeira parcela pode ser paga em até 180 dias, mas nesse casos os juros serão maiores.
Queda no spread do BB começa após reunião do Copom
Siderúrgicas chinesas e mineradoras acertam corte no minério
Lucro da Net mais que dobra no trimestre
Mais notícias de hoje em UOL Economia
MAIS ECONOMIA
A taxa de 1,99% é a menor já oferecida pelo banco para o financiamento direcionado. Antes, a menor era de 2,66%. De acordo com Bendine, 18 grandes varejistas já fecharam contrato com o BB para oferecer esse financiamento.
Segundo o presidente do BB, a idéia de lançar esse nova linha surgiu porque deve haver uma procura maior por esses produtos, por causa da decisão do governo de reduzir o IPI. "A gente estava percebendo que havia uma demanda porque havia uma reprimida."
* do UOL Economia
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