terça-feira, 24 de janeiro de 2012


FMI: economia brasileira deve crescer 3%

Fundo Monetário Internacional reduz projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013
O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado, nesta terça-feira, na capital norte-americana, Washington.

Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da economia neste ano, abaixo da média global de 3,3%. Em 2010, a projeção de crescimento da economia brasileira foi de 7,5%, acima da média global de 5,2%.

A redução da perspectiva de crescimento mundial foi motivada principalmente pela deterioração econômica na zona do euro. "A principal razão é o recrudescimento da crise na zona do euro, que interage com fragilidades financeiras em outros lugares", diz o relatório.

Crise europeia


Para o FMI, a crise na Europa também repercute de forma negativa nas economias emergentes. "O crescimento em economias emergentes também deve desacelerar por causa do pior ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna", ressalta o documento.

A previsão anterior para a economia mundial foi divulgada no ano passado e previa uma expansão de 4%. Para 2013, a perspectiva é de uma expansão de 3,9%, o que representa um corte de 0,6 ponto percentual. Para a zona do euro, o relatório prevê uma retração de 0,5% em 2012. A previsão anterior era de uma expansão de 1,1%. Para 2013, o relatório prevê uma recuperação lenta, com expansão de 0,8%.

O relatório expressa ainda forte preocupação com a saúde financeira das instituições bancárias e também com a falta de medidas eficazes na busca do equilíbrio fiscal dos países europeus. "Especificamente, preocupações com perdas no setor bancário e com a sustentabilidade fiscal levaram a uma ampliação nos juros de títulos soberanos para muitos países europeus", destaca o FMI.

China e EUA

Para a China, o relatório prevê uma expansão, em 2012, de 8,2%, uma diferença de 0,8 ponto percentual em relação à previsão anterior. Já em relação aos Estados Unidos, apesar dos riscos para a economia considerados pelo FMI, o relatório manteve a estimativa de crescimento de 1,8% em 2012. De acordo com o relatório, “o impacto desses eventos no crescimento será compensado pela forte demanda doméstica subjacente em 2012".

"No médio prazo, Estados Unidos e Japão devem formular e implementar um plano de consolidação factível, pois nenhum dos países pode confiar em sua condição de refúgio seguro", sugere o organismo internacional no relatório.

FMI prevê crescimento menor no Brasil e recessão na zona do euro (Postado por Lucas Pinheiro)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para 3,3% a previsão de crescimento para a economia mundial em 2012, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (24). Em setembro, o fundo projetava uma alta de 4% no Produto Interno Bruto (PIB) deste ano.

 A zona do euro, centro das atuais tensões econômicas, deve registrar recessão no ano, com contração do PIB em 0,5%. A revisão aponta uma piora considerável em relação às perspectivas de setembro, quando o Fundo apontava para um crescimento de 1,1% na economia da região.

Segundo o FMI, as crescentes tensões na zona do euro e a fragilidade nos demais locais ameaçam a recuperação global.

 “O crescimento nas economias emergentes e em desenvolvimento também deve perder força, em consequência da piora no ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna”, diz o FMI no estudo.

O Fundo aponta, no entanto, que as novas projeções indicam que a economia global está “desacelerando, mas não entrando em colapso”.

Na segunda-feira, a presidente do FMI, Christine Lagarde, já havia afirmado que o Fundo rebaixaria suas previsões de crescimento para boa parte do mundo, inclusive os países emergentes, que têm ajudado a guiar a expansão econômica, como Ásia e América Latina.

"Mesmo essas previsões mais baixas presumem um caminho político construtivo que, de forma nenhuma, está garantido", disse Lagarde.

Piora em todas as regiões
O fundo revisou para baixo as perspectivas de crescimento para todas as regiões avaliadas, exceto os Estados Unidos, onde a previsão de alta no PIB foi mantida em 1,8%. Para o Brasil, o FMI agora prevê uma alta de 3,0% no PIB de 2012. Em setembro, a expectativa era de crescimento de 3,6%.

Para a China, a previsão de crescimento foi reduzida de 9% para 8,2%, enquanto a Índia deve registrar expansão de 7%, ante 7,5% previstos anteriormente. Juntas, as economias emergentes e em desenvolvimento devem apontar uma expansão de 5,4% em 2012.

“Nas economias emergentes e em desenvolvimento, o foco no curto prazo deve ser em responder à moderação na demanda doméstica e à desaceleração da demanda externa das economias avançadas, e ao mesmo tempo lidar com os fluxos voláteis de capital”, diz o FMI.

Na Europa, Espanha e Itália devem registrar recessões acentuadas, com contrações de 1,7% e 2,2%, respectivamente. A Alemanha deve ter crescimento tímido, de 0,3%.

Comércio internacional
Com a piora nas perspectivas, o FMI também revisou para baixo a expectativa de crescimento do volume global de comércio em 2012. Em setembro, a previsão era de expansão de 5,8%; agora, é de 3,8%.

‘Área de risco’
O FMI afirmou também nesta terça que os riscos à estabilidade mundial cresceram, “apesar das várias ações tomadas para conter a crise da dívida da zona do euro e os problemas bancários”.

“A crise da dívida da zona do euro se intensificou ainda mais, necessitando de ação urgente para prevenir resultados altamente desestabilizadores”, afirma o FMI.

De acordo com o fundo, os Estados Unidos e outras econômicas avançadas podem ser afetados por uma potencial intensificação da crise da zona do euro. “Os acontecimentos na zona do euro também ameaçam a Europa emergente e podem se alastrar a outros mercados emergentes”, diz o estudo.

domingo, 8 de janeiro de 2012


Jornal Diário "The Three in One Post"


Leia, diariamente, as Notícias postadas pela agência noticiosa "Google News", por "Edson Paim Notícias" e pela "Radiobras" (Resumo), conjunto este designado como "The Three in One Post"


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CONFIRA!

sábado, 19 de novembro de 2011


Dia da Bandeira - 19 de novembro


A Bandeira do Brasil é um emblema que simboliza a nossa pátria.



Todos os anos, no dia 19 de novembro acontecem celebrações em todo o Brasil homenageando a Bandeira, sempre acompanhada do Hino da Bandeira. Nesta data também são queimadas as bandeiras velhas.

Nos dias de festas ou luto em órgãos públicos, ou em situações em que o Brasil está sendo representado a bandeira deve ser erguida. Mas durante a noite, ela não pode ficar erguida, somente se estiver iluminada.

As 27 estrelas presentes na bandeira representam os 26 Estados do Brasil e o Distrito Federal.


Fonte: http://www.colegioweb.com.br/datas/dia-da-bandeira19-de-novembro.html




Dia da BandeiraHistória do Dia da Bandeira Brasileira comemoração, 19 de novembro, criação da data, símbolo nacional
dia da bandeira brasileira


História do Dia da Bandeira

O Dia da Bandeira foi criado no ano de 1889, através do decreto lei número 4, em homenagem a este símbolo máximo da pátria. Como nossa bandeira foi instituíta quatro dias após a Proclamação da República, comemoramos em 19 de novembro o Dia da Bandeira.

Nesta data ocorrem, no Brasil, diversos eventos e comemorações cívicas nas escolas, órgãos governamentais, clubes e outros locais públicos. É o momento de lembrarmos e homenagearmos o símbolo que representa nossa pátria. Estas comemorações ocorrem, geralmente, acompanhadas do Hino à Bandeira. Este lindo hino ressalta a beleza e explica o significado da bandeira nacional.

Curiosidades sobre a bandeira brasileira:

- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer.

- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova.

A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro.

- Caso a bandeira fique hasteada no período noturno, ela deve ser iluminada.


Fonte:  http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_da_bandeira.htm

quarta-feira, 2 de novembro de 2011



2 de Novembro – Dia de Finados (Por Danny Negrão)


O Dia de Finados (dia dos mortos) é relembrado no dia 2 de novembro. É um feriado nacional e quase todo o país para nesse dia. O dia foi criado em homenagem as pessoas falecidas então não podemos dizer que é um dia de comemoração.

No dia 2 muitas famílias vão até os cemitérios para visitar os entes queridos que partiram dessa vida e deixam saudade. Flores e velas enchem os cemitérios de todo o Brasil.

As famílias celebram dentro de cada religião o significado da morte do ente querido. Para muitas a morte significa a passagem para um outro lado ou ainda a ida para a vida eterna.

Pois bem, o dia 2 de novembro está se aproximando e muitas famílias já estão se emocionando com a data que está chegando. O dia dos mortos é comemorado no Brasil e também em outros países.

SAIBA MAIS SOBRE ESTA DATA, CLICANDO NO SEGUINTE LINK:
http://pt.wikipedia.org/wiki/2_de_novembro

sábado, 6 de agosto de 2011

O que Publicam os Principais Jornais do País, neste sábado (Sinopse Radiobras)


O Globo

Manchete: Agência de risco rebaixa EUA e aumenta incerteza na economia
Standard & Poor's tira o triplo A que país tinha há mais de 90 anos e expõe perigo de calote

O que mais se temia aconteceu na noite de ontem: apesar de o Congresso americano ter autorizado a elevação do teto da dívida federal esta semana, os Estados Unidos foram rebaixados pela agência Standard&Poor's (S&P), que classificava o país como “AAA” desde 1941. Bem antes, desde 1917, o país já tinha a nota máxima por outra agência, a Moody's. Agora, pela S&P, os EUA passam a ser “AA”+”. Pelas agências Fitch e Moody”s, a nota continua máxima, mas elas anunciaram nas últimas semanas possibilidade de revisão. O triplo A era um atestado de risco zero de calote. Comprar um título da dívida americana era considerado um porto seguro pra investidores mundo afora. A mudança da nota foi justificada pelo crescente déficit americano, que pode levar a uma moratória futura. O maior detentor de títulos americanos é a China. O Brasil é o quarto. A nota das agências orienta a decisão de grandes investidores. (Págs 1, 33 e 34 e editorial “Economia mundial acende sinal amarelo)


Bolsas na montanha-russa
A Bolsa de São Paulo chegou a subir 1,99%, cair 3,14% e fechou em alta de 0,26%. Em NY, o Dow Jones subiu 0,54% e as bolsas europeias despencaram. Na pior semana desde 2008, os mercados mundiais perderam US$ 4,2 trilhões de valor (Págs. 1 e 33)

No Brasil, inflação sobe mais
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), da meta do governo, bateu 6,87% nos últimos 12 meses, maior taxa desde junho de 2005. Mas especialistas acreditam que crise global pode ajudar a controlar a inflação. (Pags 1 e 35)

Rio enfrenta apagão em inverno chuvoso
Curto em subestação de Furnas deixa 12 bairros sem energia durante horas

Mesmo com os reservatórios cheios e uma quantidade de energia armazenada este mês que superou em 22,8% o mesmo período do ano passado, os cariocas foram surpreendidos ontem por um apagão ao meio-dia que, ainda no fim da tarde, continuava afetando algumas áreas. Doze bairros, a maioria da Zona Sul, ficaram sem luz, causando transtornos a 360 mil clientes da Light. Pelo menos 70 sinais se apagaram, e a a prefeitura mobilizou 400 agentes para evitar transtornos maiores no trânsito. A causa foi um curto-circuito que desligou dois dos três transformadores da subestação de Furnas no Grajaú, obrigando a Light a cortar 190 megawatts de energia distribuída. O Operador Nacional do Sistema acionou duas termelétricas para abastecer diretamente a rede da Light até que o problema na subestação de Furnas seja solucionado. Às 14h25m o fornecimento foi normalizado, segundo a Light, mas consumidores continuaram relatando piques de luz. (Págs 1 e 18)

Enquanto isso, no Galeão...
Depois de horas de viagem, cerca de 1.400 passageiros de voos internacionais fizeram uma verdadeira escala forçada na Alfândega do Tom Jobim para desembarcar na cidade. A falta de funcionários da Receita Federal provocou longas filas. Parentes e amigos que aguardavam no saguão do aeroporto protestaram contra a lentidão batendo nos carrinhos de bagagens. (Pás 1 e 26)

É o fim do caminho
A presidente Dilma reuniu os comandantes das Forças Armadas e garantiu que não haverá mudança na condução da Defesa com a troca de Jobim por Amorim. Jobim “é página virada”, disse ela a rádios. (Págs. 1, 3, 4 e 12 e Merval Pereira)
Prosa e Verso: Uma cidade e seus desafios
Num caderno especial, urbanistas, antropólogos, arquitetos e críticos discutem o impacto da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no imaginário e nas políticas públicas do Rio de Janeiro. (Pág. 1)

Divisão de Tarefas
A presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques, tomou posse defendendo a definição de competências dos governos (Págs. 1 e 22)
História
Botocudos são descendentes diretos dos primeiros brasileiros (Pág 1 e 43)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Agência rebaixa nota dos EUA
Pela primeira vez na história, dívida americana deixa de ser considerada de risco zero

A maior economia global já não tem os títulos mais confiáveis. Pela primeira vez na história, a agência de avaliação de risco Standard & Poor's rebaixou a nota dos papéis da dívida dos EUA, que sempre foi triplo A, para AA+, relata Álvaro Fagundes, de Nova York.

O Tesouro americano contestou a decisão, argumentando que houve erro na análise das contas.

As razões apontadas pela S&P foram o aumento do peso da dívida, a instabilidade política e perspectivas negativas para os títulos.

Os papéis americanos são o principal refúgio para os investidores em momentos de incerteza financeira, como o desabamento das Bolsas ocorrido em todo o mundo nesta semana. (Pág. 1 e Mundo)

Patrícia Campos Mello
A notícia não é necessariamente o fim do mundo

Não se espera que investidores saiam correndo para se livrar de seus títulos do Tesouro Americano. Por um simples motivo: o mercado dos EUA ainda é o mais líquido do mundo. Mas haverá turbulências. (Págs. 1 e A16)

Dilma faz reunião para tranquilizar militares
Numa tentativa de neutralizar resistências ao nome de Celso Amorim na Defesa, Dilma Rousseff se reuniu com os comandantes das Forças Armadas e formalizou o convite para que permaneçam nos cargos. Ela disse aos militares que não quer manifestações sobre a troca de Jobim.
Em recado ao novo ministro, o general Augusto Heleno, do Exército, força mais refratária ao ex-chanceler, afirmou que "o comprometimento ideológico tem repercussão altamente negativa no meio militar". Amorim se encontrará com a cúpula militar hoje no Planalto. (Págs.1 e Poder A8)

GM concede férias coletivas a 300 para reduzir estoques (Págs. 1 B4)


Commodities têm maiores perdas da semana na Bolsa (Págs. 1 B1)


Petrobras teme que crise afete meta de investimentos (Págs. 1 e B4)


Fernando Rodrigues
Há um ambiente de tocaia dentro do Congresso

A presidente Dilma Rousseff surfa numa onda de popularidade, mas o mundinho da micropolítica convive com um paradoxo. No Congresso, há um clima hostil, governistas resmungam pelos cantos. Há um ambiente de tocaia ali.(Págs.1 e Opinião A2)

Editoriais
Leia "A pior Bolsa do mundo", sobre o desempenho da Bovespa, e "Outono árabe", acerca das revoltas no norte da África e no Oriente Médio. (Págs.1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma tenta acalmar militares após nomeação de Amorim
Em reunião com comandantes após troca na Defesa, presidente pede que se mantenha normalidade institucional

Na tentativa de acalmar os militares, que reagiram mal à escolha do ex-chanceler Celso Amorim para a Defesa, a presidente Dilma Rousseff reuniu ontem os comandantes das três Forças Armadas, no Palácio da Alvorada, e disse não haver motivo para preocupações. Dilma pediu aos militares que mantenham a 'normalidade institucional', abriu um canal mais direto de relacionamento com eles e disse que seu governo não permitirá revanchismos. O encontro durou uma hora, no dia seguinte ao da demissão de Nelson Jobim, que chefiava o Ministério da Defesa desde 2007. Todos entenderam na conversa que não haverá revisão da Lei de Anistia. A presidente disse a auxiliares que saiu "aliviada" da reunião. Já o ex-presidente Lula criticou os descontentes com a nomeação de Amorim. "Eu não sei se cabe aos militares gostarem ou não gostarem", disse Lula. Amorim tomará posse na segunda-feira e hoje vai se reunir com os comandantes militares. Ele disse que não perderá de vista " os interesses estratégicos" do País. (Págs. 1 e A4)


Demissão é "página virada", diz presidente

A presidente Dilma Rousseff disse que a demissão de Nelson Jobim do Ministério da defesa é "página virada". "Infelizmente, esgotamos uma etapa" Para ela, é simples entender a substituição de Jobim pelo ex-chanceler Celso Amorim: "Ele assume a defesa porque já deu mostras de que é um brasileiro muito dedicado ao Brasil". (Págs. 1 e A8)

Mercado esboça reação após medidas na Europa
No fim da pior semana vivida pelos mercados desde a quebra do Lehman Brothers, em 2008, as bolsas no Brasil e nos EUA esboçaram uma reação ontem, depois que os chefes de governo do G-7 convocaram reunião de emergência para evitar nova recessão, e o primeiro-ministro italiano, Sílvio Berlusconi, anunciou mais medidas de austeridade. Dados do mercado de trabalho nos EUA também ajudaram. A Bovespa subiu 0,26% e Dow Jones 0,54%. As bolsas europeias, no entanto, fecharam em queda. (Págs.1 e Economia B1, B4 a B7)


Análise
Joseph E. Stiglitz
Contágio de ideias

Noções econômicas equivocadas em ambos os lados do Atlântico vêm se reforçando mutuamente. O mesmo valerá para a estagnação que essas políticas acarretam. (Págs. 1 e Economia B7)

Após censura, filme sérvio é liberado
A exibição de A Serbian Film, vetada há duas semanas no Rio, foi liberada. O filme, que inclui abuso infantil e necrofilia, recebeu classificação indicativa de 18 anos. (Págs. 1 e Vida A24)

Joseph S. Nye Jr.
Uma nova estratégia

Haverá reduções profundas no orçamento da Defesa e, por isso, os Estados Unidos precisam repensar como usar seu poder militar. (Págs. 1 e Visão Global A22)

Tutty Vasques
Tamanho não é documento

Vinte e tantos centímetros mais baixo que seu antecessor na Defesa, Amorim não fica nada a dever a Jobim em matéria de ego imensurável.(Págs. 1 e Cidades C8)

Notas & Informações
Uma escolha infeliz
Nem as Forças Armadas nem o País mereciam Celso Amorim no Ministério da Defesa (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Divórcio Capital Brasília
Nos seis primeiros meses deste ano, cartórios registraram uma alta de 24% no número de casamentos desfeitos no Distrito Federal. Foram 4.978 casos contra 4.013 no mesmo período do ano passado. Ao lado de Rondônia, a capital da República lidera o ranking dos corações partidos. Há explicação pra o fenômeno? Especialistas apontam a Emenda Constitucional nº 66, que foi promulgada em 13 de junho de 2010 e pôs fim à exigência de separação judicial prévia para a obtenção do divórcio. A psicologa Karla Albuquerque acrescenta um fator: homens e mulheres estariam mais intolerantes. “Antes as pessoas que se separavam eram mal vistas”, observa. “Mas isso mudou. Hoje, muita gente vê o casamento como uma fast food devido à facilidade em se separar”. (Págs. 1 e 35)

Economia dos EUA já não é a mais confiável
Desde 1941, o país era o mais seguro para se investir. Perdeu o posto ontem ao ter a nota reaixada pela agência de classificação de risco Standard and Poor's e ser superado por Reino Unido, Alemanha, França e Candá. (Pags. 1, 12, 17)
Servidor
TJDF veta lei que previa gratificações e benefícios a categorias do GDF.(Págs. 1 e 29)
Amorim tenta aproximação com militares
Visto com ressalvas nas Forças Armadas, o ministro foi contrário à revisão da Lei da Anistia e ainda defende o atual projeto da Comissão da Verdade. Assessor de Jobim, José Genoino continua na pasta. (Págs. 24 A, 4E, Visão do Correio, Págs. 1 e 22)
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Estado de Minas

Manchete: O Caro direito de ir e vir
O aumento das despesas do brasileiro com transporte foi o principal responsável pela alta da inflação oficial do país (IPCA) de 0,16% em julho. Em 12 meses, o indicador acumula elevação de 6,87% acima do teto da meta (6,5%) e é o maior desde junho de 2005. Além do etanol, que subiu 4,01% e da gasolina, com reajuste de 0,15%, pesaram mais no bolso a manutenção de veículos (1,52%), os pedágios (4,62%), as tarifas de ônibus interestaduais (5,80%) e as passagens aéreas (3,20%). (Pág. 1 e 11)
Nota dos EUA é rebaixada pela 1ª vez
Classificação de risco dos títulos norte-americanos feita pela agência Standard & Poor's caiu de AAA+(nota máxima) para AA+. Na Europa, bolsas tiveram pior semana desde 2008. (Págs. 1, 13, 14 e Editorial, na 8)

Demissões por corrupção batem recorde
Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que julho foi o mês com maior número de expulsões no governo federal: 98. Desde 2003, 2.812 servidores foram exonerados. (Págs. 1 e 5)

Tiririca mostra que aprendeu bem rápido
Deputado federal mais votado do país contratou desde fevereiro empresa de locação de carros por R$ 4,5 mil mensais e apresentou notas fiscais seriadas à Câmara. (Págs. 1 e 6)

Comissão da verdade será o primeiro desafio de Amorim (Págs. 1, 3 e 4)


Piloto da Air France viu temporal e foi dormir (Págs.1 e 10)


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Jornal do Commercio

Manchete: Muitas queixas e pouca colaboração no trânsito (Pág.1)


Dilma diz que Nelson Jobim é "página virada" (Pág. 1)


Acordo acaba com a greve no Porto de Suape (Pág.1)


Falta professor para direito no interior (Pág. 1)


Descoberta de arsenal foi a maior do Estado (Pág. 1)


Punições a policiais sobem quase 90% (Pág.1)


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Zero Hora

Manchete: Economia dos EUA sofre rebaixamento histórico
Conceituada agência de classificação de risco reduz imunidade da dívida americana e amplia incertezas nas já tumultuadas finanças globais. (Págs. 1 e 18)
Pesquisa da UFRGS: Como os gaúchos usam a internet
Estudo confirma que o computador tradicional perde espaço. (Págs. 1, 4 e 5)
Há vagas: Provas do BB no RS reúnem 64 mil
Exame será realizado neste domingo. (Págs. 1 e 20)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Guerra cambial não acabou, diz Mantega ao 'Financial Times'

Atualizado em  6 de julho, 2011 - 07:38 (Brasília) 10:38 GMT

Mantega
Guido Mantega esteve em Londres para encontros com autoridades e com investidores
O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, afirmou em uma entrevista publicada nesta quarta-feira pelo diário britânico Financial Times que a chamada guerra cambial “absolutamente não terminou” e que o Brasil prepara novas medidas para controlar a valorização do real.
Mantega, que esteve em Londres para encontros com autoridades locais e com investidores, afirmou que o G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) ainda não conseguiu estabelecer novas regras para controlar as moedas e que ainda há “disputas entre países”, como os Estados Unidos e a China.
Para Mantega, o crescimento lento e as baixas taxas de juros nos países desenvolvidos continuam a estimular o fluxo de capitais para os países emergentes, como o Brasil, e pressionar pela valorização do real, forçando as autoridades a adotar medidas para controlar o problema.
“Sempre temos novas medidas para tomar”, afirmou Mantega ao jornal, acrescentando que elas não serão pré-anunciadas, mas incluiriam a intervenção nos mercados.
Nesta semana, o real chegou próximo ao seu nível mais alto em 12 anos, com uma cotação de R$ 1,55 por dólar, numa indicação de que as medidas tomadas nos últimos meses pelo governo para tentar conter a valorização da moeda não vêm dando os resultados esperados.
Para o jornal, “as ações do Brasil para limitar a apreciação da moeda realçam o dilema enfrentado por muitas das economias em crescimento rápido – incluindo Turquia, Chile, Colômbia e Rússia –, já que permitir a apreciação da moeda limita o superaquecimento, mas também prejudica a competitividade da indústria doméstica”.
Críticas
Mantega foi a primeira figura de peso internacional a usar a expressão "guerra cambial" para se referir às disputas sobre as moedas, no final de setembro do ano passado.
Os principais alvos de Mantega eram os Estados Unidos, que haviam recém-adotado um plano de estímulo econômico com a injeção de US$ 600 bilhões na economia.
Para Mantega, esse dinheiro acabava sendo direcionado para investimentos não produtivos nos países emergentes, em busca dos retornos oferecidos pelas altas taxas de juros, pressionando assim pela valorização das moedas locais.
Uma moeda valorizada reduz a competitividade da indústria do país, ao tornar seus produtos de exportação mais caros.
Outro alvo frequente de críticas na guerra cambial é a China, país que mantém um regime de câmbio controlado, o que deixa sua moeda artificialmente desvalorizada.

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